Review

Review de show originalmente veiculado pelo site da Rádio Vertical

Por Vertical Radio Team

A produtora Fábrica do Rock organizou no último feriado prolongado a primeira edição do Independência ou Rock, festival que promete chegar para ficar. Com a idéia de se tornar um grande evento de Rock em âmbito nacional, o cast contou com atrações para praticamente todos os gostos. Tanto que era possível ver, nos dois dias, pessoas das mais diversas tribos prestigiando a Space Rock, casa que, a princípio, acolheu muito bem a galera.

O primeiro dia de festival teve como atração principal o Almah, projeto paralelo do vocalista Edu Falaschi e que conta com o baixista Felipe Andreolli (Angra, Time Out e Bittencourt Project) em sua formação.

A primeira banda de abertura foi a Rygel, que está divulgando o álbum Realities… Life As It Is lançado pela gravadora Die Hard. Daniel Felipe (vocal), Aníbal Pontes (guitarra), Wanderson Barreto (guitarra), Thiago Canesso (baixo), Vagner Silva (bateria) e Fabiano Ramalho (teclado) fizeram uma apresentação calcada no mais puro Heavy Metal.

Depois foi a vez do Machinage, de Jundiaí, que está na estrada divulgando o álbum It Makes Us Hate. Com um som totalmente calcado no Thrash Metal, os caras conseguiram prender a atenção do exigente público da Baixada Santista. Fábio Delibo (guitarra e vocal), Fernando Kump (guitarra), Alexandre Momentel (baixo) e Raul Pauleto (bateria) mandaram uma paulada atrás da outra. Vale a pena ficar de olho. É mais uma banda que está surgindo forte no nosso cenário e que se tiver determinação e pé no chão pode alcançar novos vôos.

Na seqüência, veio o Taste Of Sin, com repertorio baseado em covers de Edguy, Avantasia e algumas composições próprias.

Para fechar a noite dedicada ao Metal do 1° Independência ou Rock Festival, as atenções estavam voltadas para a primeira apresentação do Almah na Baixada Santista, que continua a divulgação do disco Fragile Equality.

O grupo formado por Edu Flaschi (Angra), Felipe Andreoli (baixo, Angra), Marcelo Barbosa (guitarra), Paulo Schroeber (guitarra) e Marcelo Moreira (bateria) não poupou esforços para fazer uma grande apresentação. Do começo ao fim o grupo esbanjou garra e determinação para satisfazer os fãs, mesmo sofrendo com o som embolado. No entanto, com tanta experiência nas costas, eles souberam tirar de letra esse obstáculo com facilidade.

O set list não poderia ter sido melhor. Baseado nas melhores composições de seus dois álbuns Almah e Fragile Equality. Destaque para "Children Of Lies". Outro ponto positivo foi a execução de apenas duas músicas do Angra, na questão "Nova Era" e "Bleeding Heart".


 
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